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A menina que calou o mundo por 6 minutos

21 de Fevereiro de 2013

a garota que

Sabe aqueles vídeos que não tem o que falar? Esse é um deles. Essa menina tinha doze anos quando fez esse discurso que tá de mil á zero a muito coroa por ai, viu? E quem disse que você precisa ser adulto para ter sua voz ouvida?

Pensamentos Textos

Cem por cento

30 de Janeiro de 2013

textocemporcento

Nunca consigo ser cem por cento. Você consegue entender? Ás vezes encho meu peito de orgulho por ser quem eu sou, por ter as minhas convicções tão complicadas de entender, por vestir o que eu visto, por pensar do jeito que eu penso. Passam-se vinte minutos e me perco totalmente as essas afirmações que eram tão nítidas aqui dentro de mim. Começo a até detestar tudo que está no meu guarda roupa… E o pior: Só porque vi algum tweet, foto ou publicação na timeline de alguém no facebook. É tão difícil entender? Não sei se isso é um pouco de mim, ou se é um pouco da adolescência, ser tão cheia de duvidas… E duvidas que não são duvidas, porque apresento-lhe logo a solução: Quero ser um pouquinho de tudo, a todo tempo.

Inspiração Textos

Karina Perussi: Um dia você vai se lembrar de mim

13 de dezembro de 2012

umdia

Oi gente! Vocês não fazem ideia do que esse texto me representa. Ele me ajudou muito a superar uma época difícil, e espero que tenha o mesmo efeito em vocês.

“Um dia você vai se lembrar de mim. Os números da sua agenda passarão claramente na sua frente e você não terá nenhum para discar. Talvez, até tente o meu, mas até lá posso não querer mais te atender ou talvez nem seja mais meu aquele número.

Você vai tentar chamar alguém, mas não vai haver ninguém pra sair correndo e te dar um abraço, nem te colocar no colo ou acariciar seus cabelos até que o mundo pare de girar. Nessa fração de segundo, quando seus pés perderem o chão, você vai lembrar do meu carinho e do meu sorriso infantil. Virão súbitas memórias gostosas dos meus beijos e abraços, da minha preocupação quando você saía e esquecia de pegar a blusa de frio…

E só terá uma música repetindo no seu rádio: a nossa doce sinfonia. Em um novo momento você vai sentir um aperto no peito, uma pausa na respiração, e vai torcer bem forte para ter o nosso mundinho de volta, mundinho difícil, mas cheio de amor e carinho. Vai ouvir a chuva cair e vai sentir um imenso vazio por não ter um grande amor pra compartilhar esse momento. Não terá alguém para brincar de se jogar na grama nos dias ensolarados, nem para adimirar o pôr-do-sol sobre a ponte da pequena cidade. Talvez, nem consiga mais sentir o frescor do vento. O nome disso é saudade, aquilo que eu tinha tanto e te falava sempre.

E quando você finalmente bater na minha porta, ela estará trancada, ou se aberta, mostrará uma casa vazia. Seus olhos te ensinarão o que são lágrimas, aquelas que eu te disse que ardiam tanto. E você vai lembrar dos carinhos nas costas pra você dormir, dos paninhos quentes pra aliviar sua dor de madrugada, da minha inocência que ria de tudo que você falava, do meu jeito bobo, do meu jeito de tentar te fazer feliz… O nome do enjôo que você vai sentir é arrependimento, e a falta de fome será a tristeza, a mesma que eu senti por tanto tempo.

Um dia você irá se deitar, e quando olhar para o teto do quarto escuro, vai se lembrar que as estrelas poderiam estar lá, para iluminar todas as suas noites frias. Mas tudo o que você verá é a escuridão. Então quando os dias passarem e eu não te ligar, quando nada de bom te acontecer e ninguém te olhar com os meus olhos encantados… você encontrará a solidão. E você vai ver que diante de tudo isso, alguns dos meus defeitos poderiam ter sido perdoáveis. A partir daí, o que acontecerá chama-se surpresa. E provavelmente o remédio para todas essas sensações…

…é o tal do tempo em que você tanto falava!”

Pensamentos

Religião?

4 de novembro de 2012

Conversando de uns tempos pra cá com meu meu professor de violão, cheguei a conclusão que a liberdade de culto prevista na constituição é apenas “prevista na constituição”. Seguidores de suas doutrinas tem uma visão extremamente, por não dizer medieval das doutrinas alheias.
Evangélicos são tidos como fanáticos, espiritas como macumbeiros, budistas como hippies, adventistas como sabatineiros loucos, católicos como passivos na vida religiosa. Me interesso por religiões e seus dogmas, e todas as religiões são tidas pelos seus praticantes como verdade absoluta a “salvação” divina ao apocalipse, fim do mundo, morte, reencarnação e seus afins “pós-vida”. A dificuldade de aceitação a escolha do outro é tão miníma, que isso só me leva a crer que o fanatismo (isso vale para qualquer tipo) cega, e torna as pessoas ignorantes.
Respeito a fé de cada um, e acredito que devemos termos nossas próprias crenças, nem que elas sejam baseadas no egocentrismo. As vezes a ilusão a algo que possa ser um mito seja um amortecedor para as duras realidades que enfrentamos todo dia. É melhor acreditar no pseudo: “Quando janelas se fecham, portas se abrem”, do que no “Acabou, não tem mais jeito”… Claro que essas crenças não devem servir de desculpa para sedentariedade de atitudes, e sim como um impulso para persistir no que se almeja.
O que me deixa irritada é como os seguidores de “x” religião, tentam te converter para a sua igreja, criticando a sua fé, e todos seus credos, como se a sua verdade fosse absoluta, incontestável. Seu modo de viver é “absurdo”… . O tempo para oração, caridade é simplesmente esquecido e substituído por rixas entre religiões, sendo que seu Deus prega o amor entre todos os irmãos, não importando suas diferenças, e querendo paz.
Paz… Será que é tão difícil entender que para chegarmos a esse caminho só aceitando o clichê: “Ninguém é igual a ninguém”?